Soou um alarme e houve um reboliço. Correria, e relatórios. Foi detectado um parasita em uma das unidades. Todos sabiam que aquela unidade, era como as outras bilhões, que não tinham valor algum, mas aquele parasita, em especial, era preocupante. E se ele começasse a se espalhar por outras unidades?
Foi então que foi decretado um período de observação. Período esse que foi prorrogado várias vezes pois a evolução do parasita se dava de maneira muito lenta. Até que de uma hora para outra, o parasita começou a evoluir rapidamente, há pouco era simplesmente mais um naquela unidade, e de repente começou a pôr em risco toda harmonia e a estabilidade.
Assim decidiu-se que aquele parasita seria exaustivamente estudado. Todas as suas fraquezas, todas as suas sutilezas.
A primeira descoberta foi que ele necessitava de água limpa para se manter vivo. E que de uma maneira estranha, tinha conseguido sempre obtê-la, mesmo depois que ela se sujasse com seus dejetos. A segunda descoberta foi que ele se adaptava facilmente à diferença de temperatura. Testes realizados, concluíram que sua sobrevivência se dava em uma variação de até 100°C, indo de 50° negativos até 50° positivos. Uma terceira descoberta foi que esse parasita conseguiu criar técnicas muito avançadas para obter seu próprio sustento, tornando muito difícil a sua eliminação pela fome.
Também descobriram que esse parasita tinha criado uma maneira, ainda muito arcaica, de levar sua existência a outras unidades. E foi isso que realmente preocupou a cúpula.
Então foi pensada uma maneira de exterminar esse parasita, pois agora ele havia sido classificado como “altamente perigoso”, apesar de estar em um hospedeiro tão insignificante para os interesses da cúpula.
Criar uma falta de água, seria muito difícil pois o hospedeiro era constituído em quase sua totalidade por água. Criar um aumento da temperatura, seria só uma maneira de selecionar os parasitas mais fortes, mas não os exterminaria completamente. Criar uma falta de sustento, seria também muito complicado, pois as técnicas que ele havia desenvolvido eram muito eficazes. E então abriu-se uma concorrência para uma melhor idéia.
Mas nesse ínterim, com um pouco mais de estudos aprofundados sobre a natureza do parasita, pode-se descobrir, que ao contrário dos outros que existiam naquela unidade, esse não havia conseguido com a sua evolução, desenvolver nenhum tipo de racionalidade, inteligência. Os outros, tinham ao menos percebido que não podiam sugar nada além do que necessitavam do hospedeiro, mas nem isso esse parasita tinha conseguido perceber. A sua existência se resumia em sugar tudo o que podia. E então, com a ínfima possibilidade desse parasita sobreviver por muito tempo, a cúpula simplesmente deu o caso por encerrado, e entregou-o a sua própria sorte, até por que eles tinham assuntos mais interessantes a resolver.
Foi então que foi decretado um período de observação. Período esse que foi prorrogado várias vezes pois a evolução do parasita se dava de maneira muito lenta. Até que de uma hora para outra, o parasita começou a evoluir rapidamente, há pouco era simplesmente mais um naquela unidade, e de repente começou a pôr em risco toda harmonia e a estabilidade.
Assim decidiu-se que aquele parasita seria exaustivamente estudado. Todas as suas fraquezas, todas as suas sutilezas.
A primeira descoberta foi que ele necessitava de água limpa para se manter vivo. E que de uma maneira estranha, tinha conseguido sempre obtê-la, mesmo depois que ela se sujasse com seus dejetos. A segunda descoberta foi que ele se adaptava facilmente à diferença de temperatura. Testes realizados, concluíram que sua sobrevivência se dava em uma variação de até 100°C, indo de 50° negativos até 50° positivos. Uma terceira descoberta foi que esse parasita conseguiu criar técnicas muito avançadas para obter seu próprio sustento, tornando muito difícil a sua eliminação pela fome.
Também descobriram que esse parasita tinha criado uma maneira, ainda muito arcaica, de levar sua existência a outras unidades. E foi isso que realmente preocupou a cúpula.
Então foi pensada uma maneira de exterminar esse parasita, pois agora ele havia sido classificado como “altamente perigoso”, apesar de estar em um hospedeiro tão insignificante para os interesses da cúpula.
Criar uma falta de água, seria muito difícil pois o hospedeiro era constituído em quase sua totalidade por água. Criar um aumento da temperatura, seria só uma maneira de selecionar os parasitas mais fortes, mas não os exterminaria completamente. Criar uma falta de sustento, seria também muito complicado, pois as técnicas que ele havia desenvolvido eram muito eficazes. E então abriu-se uma concorrência para uma melhor idéia.
Mas nesse ínterim, com um pouco mais de estudos aprofundados sobre a natureza do parasita, pode-se descobrir, que ao contrário dos outros que existiam naquela unidade, esse não havia conseguido com a sua evolução, desenvolver nenhum tipo de racionalidade, inteligência. Os outros, tinham ao menos percebido que não podiam sugar nada além do que necessitavam do hospedeiro, mas nem isso esse parasita tinha conseguido perceber. A sua existência se resumia em sugar tudo o que podia. E então, com a ínfima possibilidade desse parasita sobreviver por muito tempo, a cúpula simplesmente deu o caso por encerrado, e entregou-o a sua própria sorte, até por que eles tinham assuntos mais interessantes a resolver.
E assim, naquela unidade não mais importante que as outras, aquele parasita caminhava para sua extinção, achando que sua existência era algo memorável, algo de real importância, sem saber que ele não passa de mais um parasita, em uma das bilhões de unidades, e que só sabe sugar e destruir. Um parasita burro, que se acha inteligente, e que vai causar a sua própria extinção!
1 comentários:
Prefiro não comentar!! MARA
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